segunda-feira, 31 de outubro de 2011

linha e agulha.

pra você,

a palma da mão dele me dizia tudo.
por isso, e só por isso, não me preocupei em segurá-la enquanto caminhava.
Deus e eu, nós sabemos que ela não irá me soltar.

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pra ele,

- quero acordar com a boca colada na sua nuca. - ele disse.
e assim nasce minha paixão completamente minha. porque eu não a dividiria nem com ele.
ela é tão perfeitamente confusa que é impossível não se apaixonar pela sensação de estar apaixonada por ele.
e nesse ciclo, sua ausência nem me distrai. 
me atrai energicamente até a sua maldita boca que me bem diz.
seremos loucos mas felizes. 
o negózio é sermos.


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 só pra ele,

então nossas roupas nos enganavam constantemente só para ficarem juntas, e nossos corpos nús pendurados num varal sem futuro algum.
vamos cair logo. a terra estará suja mas nossas roupas ficarão juntas.

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