condenada ao tédio profundo dos dias que comem os outros, Izabelly apresenta seu apetite profundo por homens altos, intrigantes e charmosos. "não vou cobrar maturidade, pois seria pedir demais" ela afirma com tom de tolerância blasé.
pseudoesquecida pelo homem enfurecido enciumado ela afirma que é tempo de ambientes novos, gente diferente e sorrisos concretos.
chega de ócio criativo que fode minha criatividade.
é tempo de caça. todos sabem do meu desabor em ser caçada. eu gosto é da saliva que escorre entre os meus dentes, enquanto pulsa a vontade de devorar e ser desvendada.
amanhã começo a guerra.
amanhã tem sarau, tem vódeca e com sorte um CUlt pra iludir.
hoje vou a igreja fazer algo diferente.
sorrir carismática, tirar onda com as beatas de coro inaudível, encarar o padre até constrangê-lo... essas coisas....
aquele abracinho
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